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Células-Tronco

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Células-Tronco

O corpo humano é formado por trilhões de células, organizadas para formar e manter os diferentes órgãos e tecidos. No entanto, no decorrer da vida o nosso corpo pode sofrer lesões e desgastes que necessitam serem reparados. É exatamente nesse contexto que as células-tronco podem atuar, e é isso o que as tomam fortes candidatas na regeneração de diferentes tecidos.

Mas afinal, porque as células-tronco apresentam um potencial tão grande?

1. São células indiferenciadas que não possuem ainda uma função especializada;

2. Possuem a capacidade de auto-replicação, ou seja, são capazes de se multiplicarem gerando outras células idênticas;

3. Possuem a capacidade de se transformar em células especializadas, como as encontradas no coração, cérebro, músculo, dentre outras partes vitais do organismo.

O nome “célula-tronco” foi adotado como uma analogia a uma árvore: de um único tronco de uma árvore se originam vários ramos, que originam folhas, flores e frutos. Da mesma forma, a célula-tronco é capaz de originar vários tipos de células especializadas, diferentes umas das outras e com funções específicas. Graças a essas características, as células-tronco são capazes de regenerar os mais diferentes tecidos.

De acordo com a sua origem, as células-tronco podem ser classificadas em ADULTAS ou EMBRIONÁRIAS. As células-tronco embrionárias tem o potencial de formar todos os tecidos do corpo, podendo ser obtidas a partir de embriões excedentes produzidos nas clínicas de fertilização in vitro que estão congelados há mais de 3 anos ou a partir de embriões inviáveis (Lei de Biossegurança no. 11.105).

Já as células-tronco adultas podem ser obtidas a partir de diversas fontes biológicas desde o nascimento – como o cordão umbilical – ou a partir de diversas fontes descartadas (naturalmente ou após procedimentos cirúrgicos) como a polpa dentária, tecido adiposo, dentre outros.

Por serem mais acessíveis, as células-tronco adultas são, atualmente, as mais utilizadas em testes clínicos. Dentre as células-tronco adultas, um tipo especial vem se destacando nos últimos anos – são as chamadas células-tronco mesenquimais.

Quais tipos de células-tronco são encontradas no cordão umbilical?

As células que encontramos no sangue do cordão umbilical são chamadas de células-tronco hematopoéticas e as encontradas no tecido do cordão umbilical são as células-tronco mesenquimais.

CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOÉTICAS

Fonte de origem: medula óssea, sangue do cordão umbilical e sangue periférico.

Atualmente servem apenas para tratar doenças do sangue tais como: leucemias, anemias e talassemias.

Porque a StemCorp NÃO armazena o SANGUE do cordão umbilical?

O USO É LIMITADO

As doenças hematológicas são raras: a chance de alguém apresentar este tipo de doença é na ordem de 1 para cada 20 mil indivíduos.

GRANDE PARTE DAS DOENÇAS DO SANGUE TEM UMA CAUSA GENÉTICA.

Neste caso, não é recomendado utilizar as células da própria pessoa para tratamento.

HOJE, A MULTIPLICAÇÃO DAS CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOÉTICAS EM LABORATÓRIO NÃO É BEM SUCEDIDA

Por isso, a quantidade de células do sangue de um cordão umbilical placentário, só podem ser utilizadas no tratamento de um único indivíduo de até 50 kg.

CÉLULAS-TRONCO MESENQUIMAIS

Fonte de origem: tecido do cordão-umbilical, gordura e polpa do dente

Mais versáteis que as células-tronco hematopoéticas. Podem ser aplicadas no tratamento de diversas doenças.

Porque armazenar as células-tronco mesenquimais?

VERSATILIDADE

As células-tronco mesenquimais tem potencial de aplicação para o tratamento de diversas doenças degenerativas e imunológicas, tais como diabetes, Parkinson, infarto do miocárdio, doenças pulmonares, lesões ósseas e de cartilagem, dentre outras.

Por isso são mais versáteis que as células-tronco hematopoéticas.

CAPACIDADE DE MULTIPLICAÇÃO

Células-tronco mesenquimais de uma única coleta podem ser utilizadas em várias ocasiões ao longo da vida, pois a StemCorp tem a tecnologia que permite descongelar e multiplicar estas células em laboratório.